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Resumo de novelas

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Curiosidades sobre O Rei do Gado

por: Redação em Matérias especiais de novelas
na data: 24/04/2015 | 14:40

A novela, que está em sua terceira reprise mostra que é muito mais do que um clássico novelão, e prova que uma historia bem contada se mantém no imaginário popular por mais tempo do que se imaginava. Exemplo disso é que nesta nova reprise O Rei do Gado mostra fôlego para fazer frente até mesmos às novelas atuais e consegue inclusive, bater algumas delas na média de audiência.

Responsável por alavancar os índices das tardes da Globo desde sua estréia, a novela possui diversas curiosidades e cenas antologias, que talvez expliquem o grau de excelência da trama, que continua fascinando públicos, mesmo 18 anos após a sua primeira exibição.

Os padrões de produção da primeira fase da novela podem ser comparados às grandes obras de Hollywood. Somente os sete primeiros capítulos da trama levaram cerca de três meses para serem finalizados. Além disso, grande parte do elenco passou por intensos laboratórios, para que a constituição de suas personagens fosse a mais realística possível. Marcello Antony, Caco Ciocler, Leonardo Brício e Manoel Boucinhas, por exemplo, aprenderam a bater feijão, montar, e colher café com colonos da região de Amparos, no interior de São Paulo.

O personagem Zé do Araguaia, interpretado por Stênio Garcia foi criado para representar toda a tranquilidade e calma dos moradores das regiões rurais do Brasil. De acordo com o ator, uma foto de um habitante da região do Mato Grosso chamado Zé das Águas serviu de inspiração quase completa para a composição de sua personagem.

Inicialmente os atores teriam um intervalo de pelo menos um mês entre a finalização da primeira fase da novela e o início das gravações da segunda, período em que Antônio Fagundes desejava perder os doze quilos que ganhou para interpretar sua personagem no primeiro ato da trama. Porém com os prazos já apertados, o intervalo foi de apenas 12 horas.

O Rei do Gado foi a primeira novela a levar para as telas assuntos como o Movimento dos Sem Terra e reforma agrária. Além de fazer uma grande crítica à corrupção presente no país, através do Senador Caxias, interpretado por Carlos Vereza, que é responsável por uma das cenas mais antológicas da novela, quando discursa para um parlamento vazio.

Foram necessários mais de 300 figurantes para a reconstituição das cenas de batalha da Segunda Guerra Mundial, que foram exibidas na primeira fase da novela. As cenas foram gravadas na cidade de Craco, na Itália e filmadas em película 16mm, específica para cinema em preto e branco.

A sede da fazenda de Bruno Mezenga foi um dos maiores projetos já construídos nos terrenos do Projac, tendo dois pavimentos e 600 metros quadrados. Para se ter uma ideia, apenas as paredes da estrutura eram cenográficas, o restante foi composto por argamassa, pedra, tijolo e eucalipto.

Após concorrer com mais de mil produções, de mais de 62 países, o Rei do Gado conquistou o Certificado de Honra ao Mérito no San Francisco International Film Festival, em 1997. Além disso a novela foi vendida para mais de 30 países, fazendo sucesso em todos eles.


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