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Resumo de novelas

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Quem matou Djanira se torna mistério

por: Redação em Notícias sobre novelas
na data: 13/10/2015 | 09:52

Nos próximos capítulos de A Regra do Jogo um novo mistério surgirá. Com a morte de Djanira em meio a um tiroteio todos se perguntarão quem é o responsável pelo tiro derradeiro.

A troca de tiros acontecerá durante a festa de casamento entre Juliano e Tóia, e como diversas pessoas estarão armadas, não se saberá de onde veio o disparo.

A cerimônia estará acontecendo na boate de Adisabeba, que será cercada por vários agentes que buscam prender Zé Maria, enquanto isso, Tio e os capangas da facção aparecerão para matar Djanira, já que ela é suspeita de ter um vídeo incriminador sobre o chefe do grupo.

De acordo com a colunista Patrícia Kogut, assim que a polícia invadir o local, Tio e Zé vão atirar na direção de Dante. Os agentes vão revidar e, durante a confusão, o pai de Juliano tentará fugir. O rapaz vai disparar contra o bandido e, nesse tumulto, Djanira será atingida.

- A polícia matou a Djanira! Desgraçados! - gritará Ozie.

- Estavam querendo pegar o Zé Maria! Atiraram pra matar! - reforçará Iraque.

Juliano partirá para cima dos agentes:

- Seus assassinos! Mataram Dona Djanira!

Romero, em choque, se aproximará da mãe e ela dará um recado:

- Você ainda vai pagar por isso tudo. Ah, vai! Sai daqui, assassino... - sussurrará Djanira, suspeitando do filho.

O clima esquentará cada vez mais e Tio fugirá rápido. Os policiais também irão embora e o filho de Romero ordenará que as buscas a Zé continuem. O criminoso conseguirá se esconder numa caçamba de lixo e será encontrado pelo chefe da facção, que o ajudará a escapar.

- Por que que vocês atiraram na Djanira? Você tinha prometido que não ia fazer nada com ela - perguntará Zé, quando eles estiverem correndo para sair do morro.

- Para de história, Zé. Foi você que começou o tiroteio na hora que o Dante falou que ia te prender. Esse tiro pode ter vindo de qualquer lugar, pode até ter sido da tua arma.

- Nunca! Eu nunca ia atirar na Djanira! Não fui eu! Se não foi você... Foi o Romero! Ele odiava aquela mãe.

- Romero não mata nem barata! - debochará Tio.

Enquanto isso, uma equipe médica finalmente chegará ao hostel e tentará salvar Djanira, mas não conseguirá. Tóia se voltará contra Juliano:

- Eu nunca mais quero olhar pra sua cara, seu assassino! Assassino, filho de assassino! Você e seu pai mataram a minha mãe! O desgraçado do teu pai fez questão de aparecer aqui, trazendo a polícia atrás dele, provocando esse tiroteio maldito que matou a minha mãe!

Romero defenderá a jovem e provocará a ira de Juliano. O lutador partirá para cima dele e, neste momento, Dante voltará ao local e verá tudo. Ele prenderá o rapaz, que questionará:

- Satisfeito, miserável? Você conseguiu matar uma mulher inocente! Uma senhora, mãe de família!

- Nós não disparamos tiro nenhum! Tiro nenhum! - responderá Dante, mas, a esta altura, a comunidade já estará revoltada e protestará contra a polícia.

Dante sairá levando Juliano e prometerá a ele que vai apurar quem foi o autor do disparo fatal. Já Romero permanecerá ali consolando Tóia. Adisabeba se aproximará e mandará a moça sair para se acalmar. Em seguida, enfrentará o bandido:

- Vai embora! Ao menos uma vez na vida tenha consideração com essa infeliz que te pariu e some daqui!

- Eu tenho direito de ficar! - retrucará ele.

- Pra quê? Você já conseguiu o que queria, desgraçar de vez a vida da Djanira. Acabou com o sonho dela, de casar a Tóia e o Juliano. E não duvido nada que você mesmo tenha matado a sua mãe. Eu vi muito bem que você entrou aqui armado!

- Se eu fosse a senhora, dona Adisabeba, tomava mais cuidado com as besteiras que diz, ou pode acabar na cadeia - ameaçará ele, que sairá.

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